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CASCATA A TRÊS

AUTOR - PORTUGUESINHA


Gosto muito de fotografia, então há uns anos atrás tirei um curso intensivo. Além de ter uma loja de fotografia, faço muitos trabalhos fotográficos para revistas de viagens, o que me tem proporcionado visitas a locais lindíssimos, quer em Portugal, quer no estrangeiro.
Num desses trabalhos, fui contratada para viajar até São Tomé (uma antiga colónia portuguesa em África), para fazer uma reportagem sobre a beleza natural do país. Viajei acompanhada por um repórter meu amigo e já conhecido de outras andanças, o Vasco, um homem de 35 anos, risonho e simpático, estatura alta e um pouco robusto. Sentia-me atraída pelo Vasco, mas nunca tinha acontecido nada entre nós nas vezes que tínhamos trabalhado juntos, apesar de eu notar que ele também se sentia atraído por mim. Éramos muito amigos e acho que ambos tínhamos medo de fazer algo que pudesse estragar a nossa amizade. Além de nós iria outro homem, também repórter, para ajudar na realização da reportagem. Encontrámo-nos no aeroporto de Lisboa, onde fiquei a conhecer o Luís, um homem interessante de 40 anos, magro, cabelo castanho cortado curto, olhos risonhos com uma cor próxima do cinzento e uma boca carnuda e linda, que convidava ao pecado. Tinha um olhar sorridente e maroto, quando olhou para mim, como um garoto travesso. A viagem correu lindamente até chegarmos ao destino. Brincamos e rimos muito, os três, durante a viagem. Saímos do aeroporto para aquele calor abrasador que nos sufocou logo à saída do avião e seguimos para o hotel. Largamos as bagagens e pegamos no jipe, para começar a percorrer a ilha. Apesar de não conhecer o Luís, a nossa cumplicidade foi crescendo ao longo do dia, enquanto percorríamos as velhas roças abandonadas e eu ia fotografando a beleza da Natureza e das crianças que corriam para nós. No dia seguinte, já estava tão à vontade comigo, que já entrava com brincadeiras só para me provocar, o que o meu amigo Vasco ajudava. Eu gostava daquelas provocações, confesso. Eram dois homens muito interessantes e que me atraíam. Na segunda noite, decidimos ir almoçar ao restaurante «Bigodes», que tinha música ao vivo e discoteca, para nos ambientarmos ao clima nocturno da ilha. Eu levava apenas um vestido leve, branco e decotado, pois o calor era terrível, sufocante e não dava para aguentar mais nada. Depois de jantarmos um ótimo peixe grelhado, fomos até à discoteca dançar um pouco. Comecei a rebolar as minhas ancas ao ritmo da música africana, tentando imitar os movimentos das naturais da ilha e vi o olhar do Luís fixo no meu rabo, com um olhar de desejo. Rebolei sensualmente, olhando discretamente para ele e vi um volume já bem marcado na sua calça. Ele veio dançar junto comigo e encostou-se a mim, esfregando-se levemente como se fosse o mais natural, devido ao ritmo da música. Eu fui fugindo, ele agarrando….e ficamos naquele jogo a noite toda, enquanto o Vasco se ria, próximo de nós e de vez em quando me pegava também. No dia seguinte, ninguém falou no assunto, talvez culpando as bebidas que tínhamos tomado.
Saímos cedo em direcção ao interior da ilha, para fotografar as belíssimas cascatas que aí existiam. O calor agarrava a roupa aos nossos corpos, devido à humidade do ar e estávamos todos suados. Fotografamos a primeira cascata e seguimos mais para o interior da ilha, até Bombaim, para ver outras cascatas menos imponentes, mas igualmente bonitas e pouco conhecidas do turismo. Depois de andar um bom bocado a pé, atingimos a primeira cascata. Estávamos cheios de calor e bastante suados. Sentamos numa pedra a apreciar a beleza do local e o Luís diz que vai tomar um banho para refrescar. Começou a despir a roupa à nossa frente, ficando só com uns boxers pretos justinhos, marcando o seu corpo todo. Tinha um corpo fantástico, musculado, o peito coberto de pêlos e um rabo apetitoso, que apetecia agarrar. Falei para ele:
-Então Luís, isso é assim? Os calções de banho, onde estão? Ficas com os boxers molhados, para o regresso!
Ele olhou para mim com aquele ar de malandro e disse.
-Se o problema é esse resolve-se já! Vou entrar mesmo nu!
Perante o meu olhar de surpresa, vejo ele deitar os boxers abaixo, de costas para mim e mergulhar na água. O seu corpo deslizou uns metros e veio à superfície, gritando:
-Venham, do que estão à espera? A água está ótima! Estão com vergonha? Só aqui estamos nós e a nudez é uma coisa natural, não tem mal nenhum!
O Vasco riu-se e começou a despir-se à minha frente:
-Queres saber de uma coisa, Ana? Ele tem razão! Tu já viste homens nus antes, qual é o mal? Somos amigos e vamos aceitar a nudez como algo natural. Vem também, não tenhas receio!
Ele ficou nu também e atirou-se para a água para junto do Luís, gritando que estava óptima e chamando-me para ir também.

Eu não sabia o que fazer, tinha vontade de entrar, mas a vergonha falava mais alto. Decidi despir os calções e o top, ficando só com um soutien e umas cuequinhas minúsculas de cor branca, que eu sabia que assim que ficassem molhados, ia-se notar tudo à transparência. Fui descendo pelas pedras devagar, pois embora nade razoavelmente bem, não sou muito afoita com os mergulhos, principalmente quando há pedras. Quando estava quase na água escorreguei, desequilibrando-me e caí dentro de água com um «chapão». Senti uns braços fortes agarrando-me e um corpo quente contra o meu. Olhei para cima e vi os olhos risonhos do Luís a olharem para mim, enquanto me apertava contra o peito. O Vasco nadava mais ao longe, rindo da minha atrapalhação.
-É melhor eu segurar-te, pois podes magoar-te nestas pedras. Deixa que eu levo-te. Mas primeiro tira essa roupa, pois estares assim ou nua é igual, nota-se tudo na mesma.
Eu olhei para baixo e vi os meus mamilos escuros destacando-se no soutien branco já molhado, notando-se todo o seu contorno. A cuequinha estava igual, os poucos pêlos que restavam da minha depilação, apontavam na transparência da cueca, mostrando mais do que escondia.
Resolvi então despir tudo de uma vez, já que ele tinha visto tudo mesmo. Quando tirei o soutien, senti o seu olhar profundo a queimar os meus seios volumosos, com um ar guloso. Mandei-o virar de costas e tirei as cuequinhas, entrando na água mais funda.

Ele virou-se, agarrou-me contra o seu peito, com um sorriso safado e disse:
-Encosta-te a mim, porque aqui tem muitas pedras e podes cair. Não tenhas medo, eu seguro-te!As suas mãos puxaram as minhas coxas para cima e entrelaçaram-nas nas ancas dele, encostando os nossos sexos um no outro. Eu olhei para ele com um ar espantado, mas ele nada disse, como se aquilo fosse perfeitamente natural. Sentia o seu membro duro a roçar a minha ratinha húmida, deixando-me em brasa. Ele ia caminhando, passo a passo, roçando o seu peito contra os meus seios e o seu sexo contra o meu, numa deliciosa tortura. Senti a cabeça do seu pau forçar a minha entrada, furando lentamente. Eu não acreditava naquilo. Como é que ele tinha coragem? O Vasco estava apenas a uns metros de nós! Mas o desejo que me consumia era mais forte que o resto. Ele olhou para os meus olhos, sorrindo e perguntou.
-Está tudo bem, Ana? Não tenhas medo que eu não te deixo cair, está bem? Estás segura, aperta-te mais contra mim. Não tenhas medo!


Conforme falou, senti o seu pau entrar mais um pouco dentro de mim, fazendo-me fechar os olhos e apertar os lábios para não gemer. Apertei os meus músculos vaginais contra ele, espremendo-lhe a cabecinha e provocando-lhe um gemido rouco. Foi andando comigo ao colo até ficarmos com a água pelo peito, entrando palmo a palmo dentro de mim, a cada passo que dava. Eu já estava a ficar descontrolada com aquilo e fazia um esforço enorme para não me mexer contra ele. Que loucura, não estávamos sozinhos! Olhei para o Vasco e vi um sorriso na sua cara, como de quem estava a aperceber-se do que se estava a passar. Ele olhou para nós e disse:

-Por mim, fiquem à vontade, façam de conta que eu não estou aqui! Não se inibam por mim! Afinal somos todos adultos e não vejo mal nenhum nisso.
Aquilo parece que foi o sinal por que estávamos à espera para continuar com aquela loucura deliciosa. O Luís levou-me até uma laje de pedra que estava num dos lados da cascata e encostou-me a ela. Olhou bem dentro dos meus olhos e enterrou o resto do seu membro dentro de mim com uma estocada rápida. As suas mãos apertaram as minhas nádegas com força e começou a movimentar-se lentamente. A sua boca desceu para a minha e começou a beijar-me com maestria, deixando-me os lábios em fogo. A sua língua entrou dentro da minha boca e apoderou-se dela, percorrendo cada recanto, enchendo-me com o seu gosto delicioso. Agarrou na minha língua e sugou-a com fúria, com fome. Os nossos corpos comprimiam-se um contra o outro, enquanto a água caia sobre nós, refrescando um pouco o nosso fogo que ardia sem parar.
Os nossos movimentos aceleravam, ao mesmo tempo que os gemidos aumentavam de intensidade. Olhei de lado e vi o Vasco fazendo movimentos com o braço, que sugeriam que se masturbava dentro de água, olhando para nós. Eu já nem me importava com a sua presença, pois já estava louca mesmo com aquilo tudo. Agarrei-me aos ombros do Luís, arranhando-os e enterrei a cara no seu pescoço, sentindo o meu orgasmo aproximar-se. Sentia o corpo mole como manteiga e encostei-me à pedra atrás de mim, sem forças, ao mesmo tempo que espasmos intensos invadiam o meu corpo, fazendo-me encher o silêncio do lugar com os meus gemidos.
Senti o corpo dele retesar-se contra mim, as investidas cada vez mais fortes…e ele gozou quase de seguida, enchendo-me com o seu esperma, que me aquecia por dentro. Ele encostou o rosto contra o meu peito, tentando recuperar a respiração. A água continuava a cair sobre nós. Eu sorri, caindo em mim e pensando naquela loucura que tínhamos feito. Olhei para o meu amigo Vasco, com um pouco de vergonha pelo que tinha acontecido e vi ele sorrindo para mim:
-Ana, recupera, que a seguir vais ter de tratar de mim, não penses que me deixas neste estado!
Eu fiquei de boca aberta, sem saber o que responder e olhei para o Luís que me deitou um daqueles olhares atrevidos:
-Aproveita o momento, Ana. Só estamos nós aqui, isto fica entre nós! Diz lá que nunca imaginaste ter dois homens só para ti! Aproveita agora e liberta-te!
Aquilo começou a mexer com a minha imaginação. Realmente eu já tinha fantasiado muitas vezes com aquilo, mas nunca tinha surgido a oportunidade de pôr em prática. E que lugar melhor para acontecer do que ali, num cenário de sonho, longe de tudo e com dois homens maravilhosos? Sorri para os dois em sinal de concordância e desci do colo do Luís, nadando para a margem. Quando lá cheguei, sentei-me na erva baixa e esperei por eles, que depressa chegaram ao pé de mim. O Vasco, mal chegou, agarrou-me logo, puxando-me contra ele:
-Ai, Ana…se soubesses as vezes que sonhei com isto! Hoje, finalmente vais ser minha!
Deitou-me contra a erva e ficou a meu lado. Agarrou-me o rosto e começou a beijar-me, devorando a minha boca com a sua, que estava em fogo.
Sentia o seu pau bastante duro a esfregar-se contra a minha perna. Ao mesmo tempo, senti a boca do Luís no meu pé, dando pequenos beijos, sugando os meus dedos, um a um…. passando para o tornozelo…subindo pela perna e dando pequenas mordidas e chupões. As mãos do Vasco deslizaram até um dos meus seios, já bastante duro de excitação e acariciaram-no, sentindo o seu contorno e o seu volume, sem pressa, ao mesmo tempo que a sua boca deslizava pelo meu pescoço com beijos húmidos. Eu estava a ficar louca com aquilo, aqueles dois homens a tocarem-me era bom demais!
_Aiiiii…..que bom!... Que delícia!... Adoro vocês!
Senti a boca do Luís a subir pelas minhas pernas, pelo interior da minha coxa, dando dentadinhas, enquanto se aproximava da minha coninha, que já escorria mel de tanto tesão. O Vasco apertava o bico do meu seio, enquanto a sua boca beijava os meus ombros sensíveis, fazendo-me contorcer e lançar pequenos gemidos. A boca dele desceu até ao meu seio, apoderando-se do biquinho inchado e começou a lambê-lo e a sugá-lo. O Luís, finalmente, chegou até ao interior das minhas pernas, lambendo-me as virilhas. Senti a sua boca percorrer a minha rachinha, em toda a extensão, fazendo pressão ao passar no clitóris.
Enfiou a língua na minha abertura e penetrou-me com ela, várias vezes. Eu estava a ficar louca com aquilo tudo, era melhor do que eu tinha imaginado! Agarrei no pénis do Vasco com uma mão e puxei-o para cima:
-Vem cá, Vasco! Deixa a tua amiga tratar de ti, querido!

Rodei o corpo, colocando-me de joelhos e deixando o rabo empinado para cima e as pernas bem abertas para o Luís me continuar a chupar.
Agarrei no pau do Vasco e levei-o à boca, abocanhando a sua cabeça grande e inchada. Ele tinha um membro bem avantajado! Chupei-o só na cabecinha, enquanto olhava para os olhos dele, para ver a sua expressão de prazer.
O Luís estava deitado por baixo de mim, com a cara enterrada na minha ratinha, chupando-a sem parar. Com os lábios sugava o meu clitóris, fazendo-o rebolar entre eles, pressionando com a língua e fazendo-me gemer contra o pau do Vasco. Eu virei-me para ele, pedindo:
-Luís, enfia em mim, por favor… enfia tudo, querido….eu não aguento mais!
Enfiei a boca toda no pau do Vasco, até bater na garganta. Deixei-o lá ficar um bocado, só espremendo-o com a boca. Larguei-o e tirei a boca para fora. Voltei a fazer o mesmo, várias vezes seguidas, enquanto olhava para ele e via que estava a ficar louco com aquela chupada. O Luís agarrou-me pelas ancas e encostou o seu mastro na entrada da minha ratinha e ficou rodando só na entrada, torturando-me.


Sem aviso, dei um golpe de ancas para trás e enterrei-me toda nele, até bater com as nádegas contra a sua barriga, surpreendendo-o. Comecei a rebolar contra ele, que não se mexia, deixando-me comandar os movimentos, ao mesmo tempo que ia chupando cada vez mais rápido o pau do Vasco. A minha boca entrava e saia com movimentos certeiros, ao mesmo tempo que lhe acariciava as bolinhas inchadas de leitinho. O Luís, já não aguentando ficar parado, começou a bombear forte dentro de mim, agarrando-me com força pelas nádegas. Senti o pau do Vasco inchar mais na minha boca, ao mesmo tempo que ele gemia alto e me agarrava pelos cabelos, pressionando a minha boca contra ele. Ele fodia a minha boca, cada vez com mais velocidade, até que avisou:
-Cuidado querida, que eu vou gozar! ….aiiiiiiii…não aguento mais segurar meu gozo… essa boquinha é deliciosa….fico louco…..aiiiiiiiiiiiiiiiii…chupa assim…..aiiiiiiiiiiiiiiii…..assimmmmm….aiiiiii… louca!
Ele tentou sair da minha boca, mas não deixei, aprisionando-o com os lábios. Senti o primeiro jacto de esporra atingir a minha garganta, engasgando-me. Segurei os outros na boca, até escorrer para fora.

Abri a boca, engoli tudo e deixei-o limpinho. O seu rosto estava contorcido de prazer, olhando para mim. O Luís, como já tinha gozado, estava para aguentar muito tempo ainda. Concentrei-me nele e comecei a mover o meu corpo contra ele, rebolando e apertando-o com os meus músculos internos. Virei a cabeça para trás e olhei para ele:

-Aiiiii…mete mais, mete….adoro assim……aiiiiiiii…que bom….enfia em mim….assimmmmmmm…
Ele começou a meter cada vez com mais força dentro de mim, fazendo-me gritar. Deitei a mão ao meu clítoris e fiquei apertando-o entre os dedos, enquanto ele investia com força. Senti o meu orgasmo aproximar-se, em ondas fortes que me fizeram estremecer contra ele, apertando-o dentro de mim, sem o deixar sair. Deixei cair o corpo para baixo, desfalecida, trémula e com o coração aos saltos. Ele saíu de dentro de mim por um pouco, sorrindo e abraçou-me por trás, mordendo a minha nuca e os meus ombros, fazendo-me arrepiar.
-Gostosa!...não me vou cansar de você!...recupera amor….ainda preciso de ti….vem tratar do teu macho….vem!
A sua boca nos meus ombros trazia de volta a minha excitação e senti o meu corpo reagir novamente aos seus carinhos doces. A boca deslizou pelas minhas costas com sensualidade, dando-me pequenas mordidelas…até chegar nas minhas nádegas. Ele continuou com a sua boca, dando-me chupões fortes e massajando-as com as mãos, arrancando-me gemidos da garganta. Foi continuando pelas coxas…lambendo….chupando….mordendo….deixando-me pronta para ele de novo. Virei o corpo e fiquei de barriga para cima, enquanto ele me mordia a pele do tornozelo. Senti o Vasco se aproximar de mim, de novo de pau duro e sorrindo para mim:
-Ana, agora é a minha vez…preciso de te sentir…preciso de entrar dentro de ti, minha linda…
Ele sentou-se no chão e puxou-me com uma mão para perto dele, sentando-me em cima das suas pernas. Enfiou as mãos nos meus cabelos, segurando a minha nuca e beijou-me, saboreando a minha boca com a sua, que estava quente e deliciosa. Senti o Luís por trás de mim, com as mãos nos meus ombros, massajando-os lentamente.
Eu estava a adorar aquilo tudo…adorava estar assim com dois homens que tanto me atraíam. O Vasco inclinou-me para trás, devorando o meu pescoço com a boca, enquanto me acariciava um seio com a mão. A sua boca desceu…apoderando-se do meu mamilo excitado…lambendo-o….chupando-o e dando mordidas leves. A boca do Luís caiu sobre a minha, abafando os meus suspiros de prazer. Senti a sua língua enredando a minha, misturando o seu sabor com o meu. O Vasco agarrou na minha cintura e ergueu-me um pouco, murmurando:
-Ai, Ana…vou entrar em ti, minha querida…vou te encher toda…o meu tesão por ti é grande demais…fico louco!
Senti a cabeça do seu pau na minha entradinha, que já escorria mel até às coxas, procurando caminho entre os meus lábios…penetrando lentamente…rodando…até furar dentro de mim, palmo a palmo…até ao fundo. Senti-me cheia e fiquei quieta até me habituar ao seu volume avantajado.
Comecei a movimentar-me contra ele, rebolando o meu corpo, enquanto ele me chupava os seios, deixando-os brilhantes da sua saliva. A boca do Luís nos meus ombros torturava-me ao mesmo tempo, enquanto sentia a sua mão nas minhas nádegas, abrindo-as e procurando o meu buraquinho traseiro. Com o dedo começou a massajá-lo, tentando furar a entrada. Eu subia e descia no pau do Vasco, ao mesmo tempo que ele me invadia o cuzinho com um dedo, alargando-o. Eu já podia prever o que vinha aí…e não podia evitá-lo. O dedo passou pelos meus líquidos, que escorriam…e foi introduzido novamente…de um, passou para dois…para três…alargando o canal. Ouvi a sua voz:
-Isso, minha linda, já está no ponto. Estás preparada para levar com dois, Ana? Vou meter devagar, não tenhas receio…não vai doer….e vais gostar de ter dois paus dentro de ti.
Confesso que tinha um ar alarmado no rosto. Realmente, nunca tinha estado numa situação destas, mas para tudo existe uma primeira vez! Parei os movimentos um pouco e senti a cabeça do pau do Luís furar o meu cuzinho, lentamente…passar o anelzinho apertado e entrar dentro de mim. Não contive um gemido:
-Aiiiiiii…..põe devagar querido…..está doendo….aiiiiiiii….devagarinho…assim….
As suas mãos iam lubrificando o seu pau com os meus líquidos e sentia ele entrando lentamente dentro de mim, até sentir as suas bolas bater nas minhas nádegas. Ardia muito, mas gostava da sensação de ter dois homens só para mim. O Luís ficou parado….deixando eu me acostumar ao seu volume. O Vasco começou a mexer-se e a sensação de ardor foi passando aos poucos, deixando-me excitada como nunca. Os dois acertaram os movimentos e começaram a mexer-se dentro de mim ao mesmo tempo. Os nossos gemidos ecoavam junto com o barulho dos pássaros e da água a correr, enquanto os nossos corpos escorriam em suor. Estava a adorar a sensação e sentia-me poderosa, com aqueles dois machos me comendo:
-Aiiiiiiiiiiiiiii…que delícia….que gostoso…quero mais…ai, meus queridos….é tão bommmmm….
Os movimentos foram acelerando, levando-me à loucura. Senti espasmos no meu corpo, anunciando um orgasmo louco.
-Aiiiiiiiiiiiiiiiii…………….vou gozar……gozem comigo….agora …os três….venham….agora…..aiiiiiiiiiiiiii..
Senti a pressão dos seus membros…ao mesmo tempo que eu explodia contra eles….escorrendo mel. O Luís anunciou o seu orgasmo com um grito rouco:
-Aiiiiiiiiiiiiiii….Meu anjo…que delícia de cú, amor….aiiiiiiiiiiiiii….vou gozar nele……agoraaaaaaaaaaaaa….aiiii, que cuzinho tão bom…aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii….
O Vasco atirou as ancas com força contra mim e senti o seu gozo invadir-me, aquecendo-me por dentro, quase de seguida ao Luís, que gozou no meu cuzinho. Ficamos um pouco parados, arquejantes, tentando regular o ritmo da respiração…até que eles saíram de dentro de mim e deixamo-nos cair no chão. Olhamos uns para os outros e sorrimos daquela loucura que tínhamos feito. Eu olhei para o céu e falei.-Esta cascata vai ter muito para contar! Quando vir as fotos…vou sempre lembrar…de nós três….três loucos!



 
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